Papp, Taranto & Chaves Advocacia e Consultoria
Meio Ambiente • Patrimônio • Negócios Imobiliários
DESTAQUE

Advogado do escritório palestra no XVIII Congresso Internacional de Direito Constitucional

O advogado Leonardo Papp, sócio da Papp, Taranto & Chaves Advocacia e Consultoria, foi um dos palestrantes no XVIII Congresso Internacional de Direito Constitucional. Realizado em Brasília, entre os dias 9 e 11 de novembro, o evento é reconhecido nacionalmente e teve a participação de autoridades...

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Papp, Taranto & Chaves Advocacia e Consultoria – OAB/SC 1.541/2009 | Rua Leopoldo Mahnke, 113 - Centro - Jaraguá do Sul - SC - CEP 89.251-510 - Fone/Fax: (47) 3371-8788

QUEM SOMOS

MELHORIA CONTÍNUA
Para assegurar a qualidade de nossos serviços, investimos e nos dedicamos constantemente à atualização e aprofundamento da formação técnica de nossos profissionais, ao fortalecimento de parcerias estratégicas e ao aprimoramento de nossas práticas gerenciais.

NOSSA ATUAÇÃO
Prestamos suporte jurídico perante todas as instâncias judiciais e órgãos públicos ligados às áreas de atuação do escritório, sendo que nosso relacionamento com todas as partes envolvidas é pautado na ética, lealdade, transparência e responsabilidade, valores que consideramos universais e irrenunciáveis.

NOSSA CONVICÇÃO
Temos a convicção de que, através de soluções jurídicas eficientes e criativas, é possível maximizar os resultados dos empreendimentos realizados por nossos clientes, além de avaliar, prevenir e solucionar riscos decorrentes da condução de atividades produtivas. Acreditamos que cada projeto, empreendimento ou caso atendido pelo escritório é único e com características específicas, devendo ser conduzido de modo personalizado e customizado. Para tanto, além do quadro permanente de profissionais do escritório, dispomos de uma ampla rede de parcerias com profissionais de diversas áreas, de modo a propiciar uma estrutura flexível e adequada às necessidades de cada um dos nossos clientes.

FOCO NO CRESCIMENTO SUSTENTÁVEL
A Papp, Taranto & Chaves Advocacia e Consultoria é um escritório completamente focado em contribuir com o crescimento sustentável de seus clientes e parceiros, de modo que alcancem o melhor resultado em seus negócios, sem onerar ou prejudicar a continuidade de suas atividades. Com uma filosofia inovadora, conduzimos de maneira diferenciada e integral questões jurídicas envolvendo meio ambiente, patrimônio e negócios imobiliários.



Visão

Consolidar-se como referência de confiabilidade em questões jurídicas diferenciadas, notadamente em temas envolvendo meio ambiente, patrimônio e negócios imobiliários.

Missão

Construir soluções jurídicas eficientes e com alto grau de especialização, contribuindo com o desenvolvimento sustentável das atividades e empreendimentos desenvolvidos por nossos clientes e parceiros.

Valores

Lealdade, dedicação, dinamismo e excelência técnica.

ÁREAS DE ATUAÇÃO

Meio Ambiente

Meio Ambiente

  • Análise e planejamento da viabilidade jurídica de imóveis e empreendimentos
  • Condução ou participação em licenciamentos, outorgas, autorizações, etc.
  • Atuação nas esferas administrativas (multas, embargos, interdições, etc.), cível (inquéritos civis, termos de ajustamento de conduta, ações civis públicas, ações populares, etc.) e penal (crimes ambientais)
  • Discussão de projetos de lei e demais atos normativos
  • Elaboração de Pareceres Jurídicos

Patrimônio

  • Implantação de medidas de proteção, planejamento e sucessão patrimonial
  • Estruturação jurídica (societária e tributária) de atividades empresariais
  • Assessoramento jurídico em negociações empresariais que demandem tratamento diferenciado, inclusive com elaboração ou revisão de contratos
  • Atuação judicial e extrajudicial em questões envolvendo relações societárias e pagamento de tributos, que demandem tratamento diferenciado
  • Elaboração de Pareceres Jurídicos
Patrimônio

Negócios Imobiliários

Negócios Imobiliários

  • Estruturação jurídica de todas as etapas de empreendimentos imobiliários, desde a identificação do imóvel até a comercialização das unidades
  • Avaliação jurídica de oportunidades e propostas de projetos imobiliários
  • Negociação e elaboração de contratos imobiliários
  • Gestão de contratos com investidores, prestadores de serviço e adquirentes
  • Regularização de imóveis ou empreendimentos perante órgãos públicos
  • Defesa ou promoção de medidas administrativas e judiciais relacionadas a bens imóveis
  • Discussão de projetos de lei e demais atos normativos em matéria urbanística
  • Elaboração de Pareceres Jurídicos

ADVOGADOS

Leonardo Papp

Leonardo Papp

Advogado inscrito na OAB/SC 18.634. Doutor em Direito Econômico e Socioambiental (PUCPR). Pesquisador Visitante da Pace Law School (NY/USA). Mestre em Direito Ambiental (UFSC). Especialista em Direito Imobiliário (PUCPR). Bacharel em Direito (UFPR). Professor de Direito Ambiental, Direito Imobiliário e Teoria do Direito (CatólicaSC).

Leonardo Papp


Advogado inscrito na OAB/SC 18.634. Doutor em Direito Econômico e Socioambiental (PUCPR). Pesquisador Visitante da Pace Law School (NY/USA). Mestre em Direito Ambiental (UFSC). Especialista em Direito Imobiliário (PUCPR). Bacharel em Direito (UFPR). Professor de Direito Ambiental, Direito Imobiliário e Teoria do Direito (CatólicaSC). Professor convidado em cursos de pós-graduação nas áreas do Direito e de Negócios. Membro (suplente) da Câmara Técnica de Assuntos Jurídicos (CTAJ) do Conselho Nacional do Meio Ambiente (CONAMA). Membro (suplente) do Conselho Estadual de Meio Ambiente (COSEMA/SC). Membro (suplente) do Grupo de Acompanhamento da Implantação do Código Florestal, instituído pelo Ministério do Meio Ambiente (MMA). Autor do livro “Comentários ao Novo Código Florestal brasileiro – Lei 12.651/12” (Editora Millennium) e de artigos em publicações técnicas e jornais.

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Samuel Piazera Taranto

Samuel Piazera Taranto

Advogado inscrito na OAB/SC 27.712. Especialista em Direito e Gestão Ambiental (CESUSC). Bacharel em Direito (UNERJ). Presidente da Comissão de Sustentabilidade da Subseção da Ordem dos Advogados do Brasil em Jaraguá do Sul (SC) no ano de 2012. Coordenador do Núcleo de Jovens Empreendedores ACIJS-APEVI no ano de 2013.

Samuel Piazera Taranto


Advogado inscrito na OAB/SC 27.712. Especialista em Direito e Gestão Ambiental (CESUSC). Bacharel em Direito (UNERJ). Presidente da Comissão de Sustentabilidade da Subseção da Ordem dos Advogados do Brasil em Jaraguá do Sul (SC) de 2012. Foi Coordenador do Núcleo de Jovens Empreendedores ACIJS-APEVI no ano de 2013. Foi Conselheiro titular, representando o PROJARAGUA, no Conselho Municipal da Cidade (COMCIDADE) de Jaraguá do Sul (SC). Foi conselheiro suplente, representando a OAB, no Conselho Municipal do Patrimônio Histórico, Cultural, Arqueológico, Artístico e Natural (COMPHAAN) de Jaraguá do Sul (SC). Autor de artigos na área do Direito.

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Fernando da Silva Chaves

Fernando da Silva Chaves

Advogado inscrito na OAB/SC 25.348. MBA em Direito Tributário (FGV/SOCIESC). Especialista em Gestão Fiscal e Planejamento Tributário (UNERJ). Bacharel em Direito (UNERJ). Módulo avançado em Tributação em Estruturas e Negócios Societários (FGV/SP).

Fernando da Silva Chaves


Advogado inscrito na OAB/SC 25.348. MBA em Direito Tributário (FGV/SOCIESC). Especialista em Gestão Fiscal e Planejamento Tributário (UNERJ). Bacharel em Direito (UNERJ). Módulo avançado em Tributação em Estruturas e Negócios Societários (FGV/SP). Atuou como julgador do Conselho de Contribuintes do Município de Corupá, SC (2013). Julgador substituto no Conselho de Contribuintes do Município de Jaraguá do Sul, SC (2014-2016). Autor de artigos na área do Direito Tributário.

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Roseli Rosa

Roseli Rosa

Advogada inscrita na OAB/SC 34.392. Bacharel em Direito (UNERJ). Membro da Comissão do Jovem Advogado da Subseção da Ordem dos Advogados do Brasil em Jaraguá do Sul (SC). Presidente da Comissão de Eventos da 23ª Subseção da Ordem dos Advogados do Brasil de Santa Catarina.

Roseli Rosa


Advogada inscrita na OAB/SC 34.392. Bacharel em Direito (UNERJ). Membro da Comissão do Jovem Advogado da Subseção da Ordem dos Advogados do Brasil em Jaraguá do Sul (SC). Presidente da Comissão de Eventos da 23ª Subseção da Ordem dos Advogados do Brasil de Santa Catarina. Conselheira suplente, representando a OAB, no CMDIJS - Conselho Municipal dos Direitos do Idoso de Jaraguá do Sul (SC).

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INFORMATIVOS

06 de Julho de 2016 às 09h50min
Negócios Imobiliários

Questão esclarece dúvida acerca de georreferenciamento para imóvel rural objeto de desapropriação

Pergunta: É necessário o georreferenciamento para imóvel rural objeto de desapropriação?

Resposta: A desapropriação (seja ela amigável ou judicial) deve ser precedida de georreferenciamento. Explicamos:

No caso de desapropriação amigável, a exigência para o georreferenciamento encontra amparo no art. 176, § 4º da Lei de Registros Públicos, que determina que o “geo” deve ser exigido nos casos de transferência de propriedade. Neste caso, deve-se entender por transferência de propriedade aquela realizada voluntariamente (compra e venda, doação etc.), ou a forçada (no caso, a desapropriação). Deve-se, ainda, observar os prazos previstos para tal exigência (art. 10 do Decreto nº 4.449/2002).

Já no caso de desapropriação judicial, a exigência encontra fundamentação no art. 225, § 3º da mesma Lei, que determina a exigibilidade do “geo” quando o imóvel rural for objeto de ação judicial, independentemente da área do imóvel ou do prazo carencial, caso a ação de desapropriação tenha sido ajuizada posteriormente à edição do Decreto nº 5.570/2005. Se a ação foi ajuizada anteriormente ao Decreto mencionado, deve-se observar os prazos fixados no art. 10 do Decreto nº 4.449/2002.

Finalizando, recomendamos sejam consultadas as Normas de Serviço da Corregedoria-Geral da Justiça de seu Estado, para que não se verifique entendimento contrário ao nosso. Havendo divergência, proceda aos ditames das referidas Normas, bem como a orientação jurisprudencial local.

Fonte: Consultoria do IRIB


06 de Julho de 2016 às 09h47min
Meio Ambiente

Comissão da MP irá analisar o prazo de inscrição em cadastro rural

A comissão mista que vai analisar a Medida Provisória 724/16, que prorroga o prazo de inscrição no Cadastro Ambiental Rural (CAR), escolheu nessa o senador Wellington Fagundes (PR-MT) para presidente. Já o deputado Celso Maldaner (PMDB-SC) será o vice-presidente. O relator ainda não foi definido.

A MP definiu o dia 5 de maio de 2017 como prazo para inscrição no Cadastro Ambiental Rural e de adesão ao Programa de Regularização Ambiental (PRA). A Lei nº 13.295, sancionada no último dia 15 de junho, já prorrogou o prazo de adesão ao CAR para 31 de dezembro de 2017.

A inscrição no CAR é uma exigência do novo Código Florestal (Lei nº 12.651/12), que estabelece normas sobre a proteção da vegetação e de Áreas de Preservação Permanente (APP) e de reserva legal.

O prazo anterior de inscrição terminou em 5 de maio deste ano. A inscrição do imóvel rural no CAR é condição obrigatória para a adesão ao PRA, devendo esta adesão ser requerida pelo interessado no prazo de um ano. O programa, que atende exclusivamente donos de pequenas propriedades rurais, é um conjunto de ações a serem desenvolvidas pelos proprietários para se adequarem à regularização ambiental.

Íntegra da proposta:

 Fonte: Agência Câmara Notícias

 


06 de Julho de 2016 às 09h34min
Meio Ambiente

Construtoras de Balneário Camboriú perdem direito de construir onde causaram dano ambiental

Três construtoras (duas de média e uma de grande porte) foram condenadas, em ação civil pública ajuizada pelo Ministério Público de Santa Catarina (MPSC), a pagar indenização de R$ 15 milhões cada uma por danos morais coletivos à sociedade de Balneário Camboriú.

A sentença, expedida pela Vara da Fazenda Pública da Comarca de Balneário Camboriú, também determinou, conforme requerido pelo MPSC, que a área degradada seja recuperada e os terrenos registrados como área verde. A decisão é passível de recurso.

A ação foi ajuizada pela 5ª Promotoria de Justiça da Comarca de Balneário Camboriú em virtude das três construtoras desrespeitarem acordo judicial e extrapolarem área de corte autorizada, invadindo área de preservação permanente onde havia inclusive, exemplares de palmito juçara, espécie considerada em extinção.

Na ação, o promotor de Justiça André Otávio Vieira de Mello relata que, a partir da instauração de inquérito para apuração de supostas irregularidades na duplicação da Estrada da Rainha, as empresas informaram em audiência que estavam obedecendo acordo judicial firmado em Ação Civil Pública, que permitia a construção de acesso aos terrenos nos quias tinham projetos de edificações aprovados.

Contudo, um dia após a audiência, as empresas protocolaram novo projeto - que posteriormente aprovado pela Secretaria de Planejamento do Município de Balneário Camboriú -, substituindo o projeto anterior e ampliando a área destinada ao acesso aos terrenos.

Na sentença, o Juízo da vara da Fazenda Pública reconheceu o desrespeito das construtoras a decisão judicial e determinou que cada uma delas pague R$ 15 milhões a título de indenização por danos morais coletivos a serem revertidos ao Fundo para Reconstituição de Bens Lesados (FRBL). Além disso, proibiu qualquer edificação ou uso comercial dos terrenos, que deverão manter preservada a vegetação e registrados em cartório como área verde, além da recuperação da área degradada. A decisão é passível de recurso. (ACP n. 0008522-07.2013.8.24.0005)

Esta é a segunda condenação da construtora de grande porte por supressão de mata nativa em terrenos próximos á Estada da Rainha. Em 2015 ela foi condenada, em ação também ajuizada pela 5ª Promotoria de Justiça de Balneário Camboriú, ao pagamento de indenização no valor de R$ 5 milhões pelos danos causados em outra área que, da mesma forma teve determinada sua recuperação e foi convertida em área verde, sendo proibido seu uso para fins comerciais ou para edificação. Esta ação, de nº 005.13.005563-2, encontra-se em grau de recurso.

Fonte: Coordenadoria de Comunicação Social do MPSC.


06 de Julho de 2016 às 09h27min
Negócios Imobiliários

Atraso na entrega de imóvel, em regra, não dá direito a dano moral

O atraso na entrega de imóvel comprado na planta, em regra, não dá ao comprador o direito de receber pagamento de dano moral da construtora responsável pela obra. A decisão unânime foi da 3ª Turma do Superior Tribunal de Justiça, ao analisar um caso que aconteceu em Brasília.

De acordo com o relator, ministro Villas Bôas Cueva, o “simples inadimplemento contratual não é capaz, por si só, de gerar dano moral indenizável, devendo haver consequências fáticas que repercutam na esfera de dignidade da vítima”.

No caso, em 2009, um casal adquiriu uma loja, duas salas comerciais e três garagens em prédio ainda em construção no Setor Hoteleiro Norte, área nobre da capital federal, com a promessa de entrega para 2011. Um ano depois da data marcada, no entanto, os imóveis ainda não tinham sido entregues.

Por causa da demora, o casal decidiu ajuizar uma ação na Justiça. Nas argumentações, os adquirentes alegaram que a ideia era receber os imóveis, alugá-los e utilizar os valores auferidos com os aluguéis para pagar o restante do saldo devedor. Como houve atraso, essa estratégia não foi possível, e eles tiveram que arcar com o pagamento sem os aluguéis.

Na ação, o casal pediu, além de danos materiais e multa contratual, que a construtora fosse condenada ao pagamento de dano moral pelo atraso da obra. O pedido foi aceito parcialmente na primeira instância. A construtora recorreu ao Tribunal de Justiça do Distrito Federal, que acolheu parcialmente o apelo.

Inconformados, os cônjuges e a construtora recorreram ao STJ. Ao analisar o caso, o ministro Villas Bôas Cueva manteve o acórdão do TJ-DF. Segundo o relator, no caso concreto não foi constatado consequências fáticas que repercutiram na dignidade dos autores.

Com base nesses fundamentos, o relator destacou ainda que rever as conclusões do TJ-DF para estabelecer a existência de dano moral mostra-se inviável, pois demandaria a apreciação de matéria fático-probatória, o que é vedado aos ministros do STJ (Súmula 7 do STJ). REsp 1.536.354

Fonte: Sintese.


06 de Julho de 2016 às 09h24min
Patrimônio

FGTS entra na partilha de bens em caso de divórcio

Por entender que os valores recebidos pelo trabalhador mensalmente durante o relacionamento integram o patrimônio comum do casal, a 2ª Seção do Superior Tribunal de Justiça estabeleceu que os valores do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) recebidos ao longo do casamento entram na partilha de bens em caso de separação.

O caso teve início em uma ação de divórcio litigioso, em que a ex-cônjuge foi declarada como única proprietária do imóvel adquirido. O cônjuge recebeu apenas a quantia que contribuiu para a aquisição.

Eles se casaram pelo regime de comunhão parcial de bens. O imóvel foi adquirido, na maior parte, com valores advindos de doação do pai da mulher, antes do casamento. A outra parte foi adquirida com recursos do fundo de garantia dos dois cônjuges.

Ao julgar o caso, o Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul determinou a partilha proporcional do FGTS utilizado na compra do imóvel. Além disso, afastou da partilha do divórcio os valores doados pelo pai da ex-mulher para a compra do imóvel.

No STJ, a relatora do recurso especial, ministra Isabel Gallotti, posicionou-se favoravelmente à divisão de valores sacados por ambos os cônjuges durante o casamento, de forma proporcional aos depósitos feitos no período, investidos em aplicação financeira ou na compra de quaisquer bens.

Entretanto, a ministra havia entendido que o saldo não sacado da conta vinculada de FGTS tem “natureza personalíssima” e não integra o patrimônio comum do casal, não sendo cabível a partilha. O julgamento havia sido suspenso devido ao pedido de vista do ministro Luis Felipe Salomão.

No voto-vista trazido à sessão , o ministro Salomão acompanhou a ministra Galotti no posicionamento de negar o recurso especial. Todavia, em fundamentação diferente, o ministro afirmou que os valores recebidos pelo trabalhador mensalmente durante a constância do relacionamento integram o patrimônio comum do casal. Devem, por isso, ser objeto de partilha, havendo ou não o saque de valores do fundo durante o casamento.

O entendimento do ministro Salomão foi acompanhado pela maioria dos ministros da seção. O processo julgado está em segredo de Justiça.

Fonte: Assessoria de Imprensa do STJ.


06 de Julho de 2016 às 09h21min
Patrimônio

Senado deverá votar ampliação do imposto sobre doações e heranças

Estão à espera de votação propostas como as de ampliação do imposto sobre doações e heranças, por meio da criação de um adicional a ser cobrado pela União, e de contenção de gastos nas assembleias legislativas estaduais. Pode entrar em pauta ainda a proposta que trata do abuso de autoridade.

Há uma previsão de aumento do imposto, de modo que possa chegar até 27,5%.

Para assistir a reportagem da TV SENADO, clique aqui.

Fonte: Tributario.net.


PUBLICAÇÕES

COMENTÁRIOS AO NOVO CÓDIGO FLORESTAL BRASILEIRO – LEI 12.651/12
COMENTÁRIOS AO NOVO CÓDIGO FLORESTAL BRASILEIRO – LEI 12.651/12
O objetivo do presente livro é instigar o debate acerca das possibilidades e dos limites da Lei Federal n. 12.651/12, numa abordagem eminentemente jurídica...

COMENTÁRIOS AO NOVO CÓDIGO FLORESTAL BRASILEIRO – LEI 12.651/12


O objetivo do presente livro é instigar o debate acerca das possibilidades e dos limites da Lei Federal n. 12.651/12, numa abordagem eminentemente jurídica. Para facilitar a identificação dos assuntos discutidos, foi adotada a metodologia de comentários “artigo por artigo”, sem desconsiderar as conexões entre os diversos institutos jurídicos. Além de elaborar esclarecedora interpretação do novo diploma legal, o livro sinaliza a necessidade de construirmos uma legislação desenvolvimentista, que de fato cumpra sua vocação ambivalente: proteger os recursos naturais e viabilizar a sua exploração econômica.


Autor: Leonardo Papp
A SEMIOTIC VIEW ABOUT THE TAX OFFSETING LAW
A SEMIOTIC VIEW ABOUT THE TAX OFFSETING LAW
Este artigo tem como objetivo, apresentar uma reflexão lógico-deôntica acerca da vedação imposta às empresas brasileiras em compensarem créditos...

A SEMIOTIC VIEW ABOUT THE TAX OFFSETING LAW


Este artigo tem como campo de estudo a compensação tributária, e como objetivo, apresentar uma reflexão lógico-deôntica acerca da vedação imposta às empresas brasileiras em compensarem créditos fiscais do Programa de Integração Social - PIS e da Contribuição para Financiamento da Seguridade Social - COFINS decorrentes da exportação de mercadorias, com débitos de contribuições previdenciárias. O método utilizado na fase de investigação foi o indutivo e teve como instrumento de coleta de dados a pesquisa bibliográfica em livros, doutrina, jurisprudência, artigos e em outras fontes. Como resultado de artigo, adotou-se interpretação no sentido de que há antinomia entre o parágrafo único e o artigo 26 da Lei Federal nº. 11.457/2007, o que levou à conclusão de que há ilegalidade em vedar a referida compensação tributária.


Autor: Fernando da Silva Chaves

REFLEXÕES ACERCA DA PRESCRIÇÃO EM MATÉRIA TRIBUTÁRIA
REFLEXÕES ACERCA DA PRESCRIÇÃO EM MATÉRIA TRIBUTÁRIA
Este artigo tem como objetivo, apresentar uma reflexão acerca da decisão proferida pelo Supremo Tribunal Federal no Recurso Extraordinário nº 566.621/RS...

REFLEXÕES ACERCA DA PRESCRIÇÃO EM MATÉRIA TRIBUTÁRIA


Este artigo tem como campo de estudo a prescrição em matéria tributária, e como objetivo, apresentar uma reflexão acerca da decisão proferida pelo Supremo Tribunal Federal no Recurso Extraordinário nº 566.621/RS, especificamente quanto aos efeitos da Lei Complementar nº 118/2005, que reduziu o prazo da ação de repetição de indébito. O método utilizado na fase de investigação foi o indutivo e teve como instrumento de coleta de dados a pesquisa bibliográfica em livros, doutrina, jurisprudência, artigos e em outras fontes. Como resultado de artigo, adotou-se interpretação no sentido de que o Supremo Tribunal Federal, ao estender os efeitos da Lei Complementar nº 118/2005 às prescrições ainda em curso, utilizou como pedra angular, um argumento sem validade jurídica, e ato contínuo, contrariou seu próprio histórico jurisprudencial sobre a matéria.


Autor: Fernando da Silva Chaves
REVISTA DE DIREITOS HUMANOS, MEIO AMBIENTE E NOVOS DIREITOS
REVISTA DE DIREITOS HUMANOS, MEIO AMBIENTE E NOVOS DIREITOS
Trata-se de artigo publicado com o título "Pagamentos por Serviços Ambientais (PSA) como instrumento de concretização do princípio do protetor recebedor...

REVISTA DE DIREITOS HUMANOS, MEIO AMBIENTE E NOVOS DIREITOS


O presente artigo tem por objetivo elaborar apontamentos iniciais acerca da função promocional do Direito Ambiental. Mais especificamente, busca-se identificar subsídios que indiquem a possibilidade e a necessidade de o Direito Ambiental se valer de mecanismos de incentivo, como forma de concretizar o direito fundamental ao meio ambiente cronologicamente equilibrado, tendo em vista a insufiência da utilização exclusiva (ou preponderante) de mecanismos repressivos, tal como tradicionamente previsto pela legislação pátria.


Autor: Leonardo Papp

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